Erro no DB2:
"A solicitação não pode ser processada, a menos que o Servidor de
Administração DB2 esteja ativo."
Execute o comando abaixo:
Db2admin start
Aí já eras ;D
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Arquivo my.cnf HUGE
# Example MySQL config file for very large systems. # # This is for a large system with memory of 1G-2G where the system runs mainly # MySQL. # # You can copy this file to # /etc/my.cnf to set global options, # mysql-data-dir/my.cnf to set server-specific options (in this # installation this directory is /var/lib/mysql) or # ~/.my.cnf to set user-specific options. # # In this file, you can use all long options that a program supports. # If you want to know which options a program supports, run the program # with the "--help" option. # The following options will be passed to all MySQL clients [client] #password = your_password port = 3306 socket = /var/run/mysqld/mysqld.sock # Here follows entries for some specific programs # The MySQL server [mysqld] port = 3306 socket = /var/run/mysqld/mysqld.sock skip-locking key_buffer = 384M max_allowed_packet = 1M table_cache = 512 sort_buffer_size = 2M read_buffer_size = 2M read_rnd_buffer_size = 8M myisam_sort_buffer_size = 64M thread_cache_size = 8 query_cache_size = 32M # Try number of CPU's*2 for thread_concurrency thread_concurrency = 8 # Don't listen on a TCP/IP port at all. This can be a security enhancement, # if all processes that need to connect to mysqld run on the same host. # All interaction with mysqld must be made via Unix sockets or named pipes. # Note that using this option without enabling named pipes on Windows # (via the "enable-named-pipe" option) will render mysqld useless! # #skip-networking # Replication Master Server (default) # binary logging is required for replication log-bin=mysql-bin # required unique id between 1 and 2^32 - 1 # defaults to 1 if master-host is not set # but will not function as a master if omitted server-id = 1 # Replication Slave (comment out master section to use this) # # To configure this host as a replication slave, you can choose between # two methods : # # 1) Use the CHANGE MASTER TO command (fully described in our manual) - # the syntax is: # # CHANGE MASTER TO MASTER_HOST=<host>, MASTER_PORT=<port>, # MASTER_USER=<user>, MASTER_PASSWORD=<password> ; # # where you replace <host>, <user>, <password> by quoted strings and # <port> by the master's port number (3306 by default). # # Example: # # CHANGE MASTER TO MASTER_HOST='125.564.12.1', MASTER_PORT=3306, # MASTER_USER='joe', MASTER_PASSWORD='secret'; # # OR # # 2) Set the variables below. However, in case you choose this method, then # start replication for the first time (even unsuccessfully, for example # if you mistyped the password in master-password and the slave fails to # connect), the slave will create a master.info file, and any later # change in this file to the variables' values below will be ignored and # overridden by the content of the master.info file, unless you shutdown # the slave server, delete master.info and restart the slaver server. # For that reason, you may want to leave the lines below untouched # (commented) and instead use CHANGE MASTER TO (see above) # # required unique id between 2 and 2^32 - 1 # (and different from the master) # defaults to 2 if master-host is set # but will not function as a slave if omitted #server-id = 2 # # The replication master for this slave - required #master-host = <hostname> # # The username the slave will use for authentication when connecting # to the master - required #master-user = <username> # # The password the slave will authenticate with when connecting to # the master - required #master-password = <password> # # The port the master is listening on. # optional - defaults to 3306 #master-port = <port> # # binary logging - not required for slaves, but recommended #log-bin=mysql-bin # Point the following paths to different dedicated disks #tmpdir = /tmp/ #log-update = /path-to-dedicated-directory/hostname # Uncomment the following if you are using BDB tables #bdb_cache_size = 384M #bdb_max_lock = 100000 # Uncomment the following if you are using InnoDB tables #innodb_data_home_dir = /var/lib/mysql/ #innodb_data_file_path = ibdata1:2000M;ibdata2:10M:autoextend #innodb_log_group_home_dir = /var/lib/mysql/ #innodb_log_arch_dir = /var/lib/mysql/ # You can set .._buffer_pool_size up to 50 - 80 % # of RAM but beware of setting memory usage too high #innodb_buffer_pool_size = 384M #innodb_additional_mem_pool_size = 20M # Set .._log_file_size to 25 % of buffer pool size #innodb_log_file_size = 100M #innodb_log_buffer_size = 8M #innodb_flush_log_at_trx_commit = 1 #innodb_lock_wait_timeout = 50 [mysqldump] quick max_allowed_packet = 16M [mysql] no-auto-rehash # Remove the next comment character if you are not familiar with SQL #safe-updates [isamchk] key_buffer = 256M sort_buffer_size = 256M read_buffer = 2M write_buffer = 2M [myisamchk] key_buffer = 256M sort_buffer_size = 256M read_buffer = 2M write_buffer = 2M [mysqlhotcopy] interactive-timeout
terça-feira, 27 de março de 2012
Cadastro de Manutenção Preventiva
Cadastro de Manutenção Preventiva
CREATE TABLE frota_preventiva(
fpr_id_preventiva tinyint unsigned primary key auto_increment,
fpr_descricao varchar(45)
);
INSERT INTO frota_preventiva(fpr_descricao) VALUES
("Faróis e Lanternas"),
("Palheta do limpador do pára-brisa"),
("Placas de identificação"),
("Pneu"),
("Vazamentos"),
("Fios e cabos"),
("Escapamento"),
("Vidros"),
("Luzes e instrumentos do painel"),
("Objetos soltos"),
("Cinto de segurança"),
("Encosto de cabeça"),
("Porta-luvas"),
("Combustível"),
("Óleo do motor"),
("Fluído da direção"),
("Fluído de Freio"),
("Óleo de câmbio e diferencial"),
("Calibragem dos pneus"),
("Água do Radiador"),
("Água do lavador de pára-brisa"),
("Bateria"),
("Macaco, chave de roda"),
("Triângulo de segurança"),
("Estado do estepe"),
("Luzes"),
("Amortecedores"),
("Freios"),
("Alinhamento/ Balanceamento"),
("Documentos do Motorista");
CREATE TABLE frota_preventiva(
fpr_id_preventiva tinyint unsigned primary key auto_increment,
fpr_descricao varchar(45)
);
INSERT INTO frota_preventiva(fpr_descricao) VALUES
("Faróis e Lanternas"),
("Palheta do limpador do pára-brisa"),
("Placas de identificação"),
("Pneu"),
("Vazamentos"),
("Fios e cabos"),
("Escapamento"),
("Vidros"),
("Luzes e instrumentos do painel"),
("Objetos soltos"),
("Cinto de segurança"),
("Encosto de cabeça"),
("Porta-luvas"),
("Combustível"),
("Óleo do motor"),
("Fluído da direção"),
("Fluído de Freio"),
("Óleo de câmbio e diferencial"),
("Calibragem dos pneus"),
("Água do Radiador"),
("Água do lavador de pára-brisa"),
("Bateria"),
("Macaco, chave de roda"),
("Triângulo de segurança"),
("Estado do estepe"),
("Luzes"),
("Amortecedores"),
("Freios"),
("Alinhamento/ Balanceamento"),
("Documentos do Motorista");
![]() |
| Manutenção Preventiva |
quarta-feira, 21 de março de 2012
Backup com MYSQL_DUMP
Fazer o Backup:
mysqldump -u root -p --opt --routines <banco> > arquivo.sql
Restaurar o Backup
mysql -u root -p <banco> < arquivo.sql
mysqldump -u root -p --opt --routines <banco> > arquivo.sql
Restaurar o Backup
mysql -u root -p <banco> < arquivo.sql
segunda-feira, 19 de março de 2012
Tipos de Dados Mysql
1 Tipos numéricos:
Existem tipos de dados numéricos, que se podem dividir em dois grandes grupos, os que estão em vírgula flutuante (com decimais) e os que não.
TinyInt: é um número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -128 até 127. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 255
Bit ou Bool: um número inteiro que pode ser 0 ou 1.
SmallInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -32768 até 32767. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 65535.
MediumInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -8.388.608 até 8.388.607. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 16777215.
Integer, Int: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -2147483648 até 2147483647. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 429.496.295
BigInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -9.223.372.036.854.775.808 até 9.223.372.036.854.775.807. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 18.446.744.073.709.551.615.
Float: número pequeno em vírgula flutuante de precisão simples. Os valores válidos vão desde -3.402823466E+38 até -1.175494351E-38,0 eté desde 175494351E-38 até 3.402823466E+38.
xReal, Double: número em vírgula flutuante de dupla precisão. Os valores permitidos vão desde -1.7976931348623157E+308 até -2.2250738585072014E-308, 0 e desde 2.2250738585072014E-308 até 1.7976931348623157E+308
Decimal, Dec, Numeric: Número em vírgula flutuante desempacotado. O número armazena-se como uma cadeia.
2 Tipos data:
Na hora de armazenar datas, há que ter em conta que MySQL não verifica de uma maneira estricta se uma data é válida ou não. Simplesmente comprova que o mês está compreendido entre 0 e 12 e que o dia está compreendido entre 0 e 31.
Date: tipo data, armazena uma data. A margem de valores vai desde o 1 de Janeiro de 1001 ao 31 de dezembro de 9999. O formato de armazenamento é de ano-mes-dia.
DateTime: Combinação de data e hora. A margem de valores vai desde o 1 ed Janeiro de 1001 às 0 horas, 0 minutos e 0 segundos ao 31 de Dezembro de 9999 às 23 horas, 59 minutos e 59 segundos. O formato de armazenamento é de ano-mes-dia horas:minutos:segundos
TimeStamp: Combinação de data e hora. A margem vai desde o 1 de Janeiro de 1970 ao ano 2037. O formato de armazenamento depende do tamanho do campo:
Time: armazena uma hora. A margem de horas vai desde -838 horas, 59 minutos e 59 segundos. O formato de armazenamento é 'HH:MM:SS'.
Year: armazena um ano. A margem de valores permitidos vai desde o ano 1901 ao ano 2155. O campo pode ter tamanho dois ou tamanho 4 dependendo de se queremos armazenar o ano com dois ou quatro algarismos.
3 Tipos de cadeia:
Char(n): armazena uma cadeia de longitude fixa. A cadeia poderá conter desde 0 até 255 caracteres.
VarChar(n): armazena uma cadeia de longitude variável. A cadeia poderá conter desde 0 até 255 caracteres. Dentro dos tipos de cadeia pode-se distinguir dois subtipos, os tipo Test e os tipo Blob (Binary Large Object) A diferença entre um tipo e outro é o tratamento que recebem na hora de ordená-los e compará-los. No tipo test ordena-se sem ter importância as maiúsculas e as minúsculas e no tipo blob ordena-se tendo em conta as maiúsculas e minúsculas.
Os tipos blob utilizam-se para armazenar dados binários como podem ser ficheiros.
TinyText e TinyBlob: Coluna com uma longitude máxima de 255 caracteres.
Blob e Text: um texto com um máximo de 65535 caracteres.
MediumBlob e MediumText: um texto com um máximo de 16.777.215 caracteres.
LongBlob e LongText: um texto com um máximo de caracteres 4.294.967.295. Há que ter em conta que devido aos protocolos de comunicação os pacotes podem ter um máximo de 16 Mb.
Enum: campo que pode ter um único valor de uma lista que se especifica. O tipo Enum aceita até 65535 valores diferentes.
Set: um campo que pode conter nenhum, um ou vários valores de uma lista. A lista pode ter um máximo de 64 valores.
Diferença de armazenamento entre os tipos Char e VarChar
Existem tipos de dados numéricos, que se podem dividir em dois grandes grupos, os que estão em vírgula flutuante (com decimais) e os que não.
TinyInt: é um número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -128 até 127. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 255
Bit ou Bool: um número inteiro que pode ser 0 ou 1.
SmallInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -32768 até 32767. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 65535.
MediumInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -8.388.608 até 8.388.607. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 16777215.
Integer, Int: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -2147483648 até 2147483647. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 429.496.295
BigInt: número inteiro com ou sem signo. Com signo a margem de valores válidos é desde -9.223.372.036.854.775.808 até 9.223.372.036.854.775.807. Sem signo, a margem de valores é de 0 até 18.446.744.073.709.551.615.
Float: número pequeno em vírgula flutuante de precisão simples. Os valores válidos vão desde -3.402823466E+38 até -1.175494351E-38,0 eté desde 175494351E-38 até 3.402823466E+38.
xReal, Double: número em vírgula flutuante de dupla precisão. Os valores permitidos vão desde -1.7976931348623157E+308 até -2.2250738585072014E-308, 0 e desde 2.2250738585072014E-308 até 1.7976931348623157E+308
Decimal, Dec, Numeric: Número em vírgula flutuante desempacotado. O número armazena-se como uma cadeia.
| Tipo de Campo | Tamanho de Armazenamento |
|---|---|
| TINYINT | 1 byte |
| SMALLINT | 2 bytes |
| MEDIUMINT | 3 bytes |
| INT | 4 bytes |
| INTEGER | 4 bytes |
| BIGINT | 8 bytes |
| FLOAT(X) | 4 ou 8 bytes |
| FLOAT | 4 bytes |
| DOUBLE | 8 bytes |
| DOUBLE PRECISION | 8 bytes |
| REAL | 8 bytes |
| DECIMAL(M,D) | M+2 bytes se D > 0, M+1 bytes se D = 0 |
| NUMERIC(M,D) | M+2 bytes se D > 0, M+1 bytes se D = 0 |
2 Tipos data:
Na hora de armazenar datas, há que ter em conta que MySQL não verifica de uma maneira estricta se uma data é válida ou não. Simplesmente comprova que o mês está compreendido entre 0 e 12 e que o dia está compreendido entre 0 e 31.
Date: tipo data, armazena uma data. A margem de valores vai desde o 1 de Janeiro de 1001 ao 31 de dezembro de 9999. O formato de armazenamento é de ano-mes-dia.
DateTime: Combinação de data e hora. A margem de valores vai desde o 1 ed Janeiro de 1001 às 0 horas, 0 minutos e 0 segundos ao 31 de Dezembro de 9999 às 23 horas, 59 minutos e 59 segundos. O formato de armazenamento é de ano-mes-dia horas:minutos:segundos
TimeStamp: Combinação de data e hora. A margem vai desde o 1 de Janeiro de 1970 ao ano 2037. O formato de armazenamento depende do tamanho do campo:
| Tamanho | Formato |
|---|---|
| 14 | AnoMesDiaHoraMinutoSegundo aaaammddhhmmss |
| 12 | AnoMesDiaHoraMinutoSegundo aammddhhmmss |
| 8 | AnoMesDia aaaammdd |
| 6 | AnoMesDia aammdd |
| 4 | AnoMes aamm |
| 2 | Ano aa |
Time: armazena uma hora. A margem de horas vai desde -838 horas, 59 minutos e 59 segundos. O formato de armazenamento é 'HH:MM:SS'.
Year: armazena um ano. A margem de valores permitidos vai desde o ano 1901 ao ano 2155. O campo pode ter tamanho dois ou tamanho 4 dependendo de se queremos armazenar o ano com dois ou quatro algarismos.
| Tipo de Campo | Tamanho de Armazenamento |
|---|---|
| DATE | 3 bytes |
| DATETIME | 8 bytes |
| TIMESTAMP | 4 bytes |
| TIME | 3 bytes |
| YEAR | 1 byte |
3 Tipos de cadeia:
Char(n): armazena uma cadeia de longitude fixa. A cadeia poderá conter desde 0 até 255 caracteres.
VarChar(n): armazena uma cadeia de longitude variável. A cadeia poderá conter desde 0 até 255 caracteres. Dentro dos tipos de cadeia pode-se distinguir dois subtipos, os tipo Test e os tipo Blob (Binary Large Object) A diferença entre um tipo e outro é o tratamento que recebem na hora de ordená-los e compará-los. No tipo test ordena-se sem ter importância as maiúsculas e as minúsculas e no tipo blob ordena-se tendo em conta as maiúsculas e minúsculas.
Os tipos blob utilizam-se para armazenar dados binários como podem ser ficheiros.
TinyText e TinyBlob: Coluna com uma longitude máxima de 255 caracteres.
Blob e Text: um texto com um máximo de 65535 caracteres.
MediumBlob e MediumText: um texto com um máximo de 16.777.215 caracteres.
LongBlob e LongText:
Enum: campo que pode ter um único valor de uma lista que se especifica. O tipo Enum aceita até 65535 valores diferentes.
Set: um campo que pode conter nenhum, um ou vários valores de uma lista. A lista pode ter um máximo de 64 valores.
| Tipo de campo | Tamanho de Armazenamento |
|---|---|
| CHAR(n) | n bytes |
| VARCHAR(n) | n +1 bytes |
| TINYBLOB, TINYTEXT | Longitude+1 bytes |
| BLOB, TEXT | Longitude +2 bytes |
| MEDIUMBLOB, MEDIUMTEXT | Longitude +3 bytes |
| LONGBLOB, LONGTEXT | Longitude +4 bytes |
| ENUM('value1','value2',...) | 1 ó dos bytes dependendo do número de valores |
| SET('value1','value2',...) | 1, 2, 3, 4 ó 8 bytes, dependendo do número de valores |
Diferença de armazenamento entre os tipos Char e VarChar
| Valor | CHAR(4) | Armazenamento | VARCHAR(4) | Armazenamento |
|---|---|---|---|---|
| '' | '' | 4 bytes | " | 1 byte |
| 'ab' | 'ab ' | 4 bytes | 'ab' | 3 bytes |
| 'abcd' | 'abcd' | 4 bytes | 'abcd' | |
| 'abcdefgh' | 'abcd' | 4 bytes | 'abcd' | 5 bytes |
terça-feira, 13 de março de 2012
Postgresql - Backup
Entrar como usuário postgres:
su postgres
Comando:
pg_dump <banco> > /home/backup.sql
Exemplo:
pg_dump stoq > /home/stoq.sql
su postgres
Comando:
pg_dump <banco> > /home/backup.sql
Exemplo:
pg_dump stoq > /home/stoq.sql
quarta-feira, 7 de março de 2012
Liberar Acesso Remoto SQL Server
Liberar Acesso Remoto SQL Server
Para habilitar conexões remotas na instância do SQL Server 2005 e para ativar o serviço navegador do SQL Server, use a ferramenta de configuração de área de superfície do SQL Server 2005. A ferramenta Configuração da área de superfície é instalada quando você instala o SQL Server 2005.
importante Essas etapas podem aumentar o risco de segurança. Essas etapas também podem tornar seu computador ou sua rede mais vulneráveis aos ataques por usuários mal-intencionados ou softwares mal-intencionados como vírus. Recomendamos o processo descrito neste artigo para ativar programas para operar como eles são criados para, ou para implementar recursos específicos do programa. Antes de fazer essas alterações, recomendamos que avalie os riscos associados à implementação deste processo no seu ambiente específico. Se você optar por implementar esse processo, execute quaisquer etapas apropriadas adicionais para ajudar a proteger seu sistema. Recomendamos que você use esse processo apenas se você realmente precisar esse processo.
Se você estiver executando um firewall no computador que esteja executando o SQL Server 2005, conexões externas para o SQL Server 2005 serão bloqueadas, a menos que o serviço navegador do SQL Server e SQL Server 2005 podem se comunicar através do firewall. Você deve criar uma exceção para cada instância do SQL Server 2005 que você deseja aceitar conexões remotas e uma exceção para o serviço navegador do SQL Server.
SQL Server 2005 usa um ID de instância como parte do caminho quando você instala seus arquivos de programa. Para criar uma exceção para cada instância do SQL Server, você deve identificar a identificação de instância correta. Para obter um ID de instância, execute estas etapas:
Para habilitar conexões remotas na instância do SQL Server 2005 e para ativar o serviço navegador do SQL Server, use a ferramenta de configuração de área de superfície do SQL Server 2005. A ferramenta Configuração da área de superfície é instalada quando você instala o SQL Server 2005.
Habilitar conexões remotas para SQL Server 2005 Developer Edition ou SQL Server 2005 Express
Você deve habilitar conexões remotas para cada instância do SQL Server 2005 que você deseja conectar-se a partir de um computador remoto. Para fazer isso, execute as seguintes etapas:- Clique em Iniciar , aponte para programas , aponte para Microsoft SQL Server 2005 , aponte para Ferramentas de configuração e, em seguida, clique em Configuração da área de superfície do SQL Server .
- Na página Configuração de área de superfície do SQL Server 2005 , clique em Configuração da área de superfície de serviços e conexões .
- Na página Configuração da área de superfície de serviços e conexões , expandir o Mecanismo de banco de dados , clique em Conexões remotas , clique em conexões de locais e remotos , clique no protocolo apropriado para habilitar para seu ambiente e, em seguida, clique em Aplicar .
Observação Clique em OK quando receber a seguinte mensagem:Alterações nas configurações de conexão não terá efeito até que você reinicie o serviço de mecanismo de banco de dados. - Na página Configuração da área de superfície de serviços e conexões , expanda Database Engine , clique em serviço , clique em Parar , aguarde até que o MSSQLSERVER serviço pára e clique em Iniciar para reiniciar o serviço MSSQLSERVER.
Ativar o serviço navegador do SQL Server
Se você estiver executando o SQL Server 2005 usando um nome de instância e você não estiver usando um número de porta TCP/IP específico no sua seqüência de conexão, você deve ativar o serviço navegador do SQL Server permitir conexões remotas. Por exemplo, SQL Server 2005 Express é instalado com um nome de instância padrão de Computer Name \sqlexpress. Somente será necessário para ativar o serviço navegador do SQL Server uma vez, independentemente de quantas instâncias do SQL Server 2005 em execução. Para ativar o serviço navegador do SQL Server, siga estas etapas.importante Essas etapas podem aumentar o risco de segurança. Essas etapas também podem tornar seu computador ou sua rede mais vulneráveis aos ataques por usuários mal-intencionados ou softwares mal-intencionados como vírus. Recomendamos o processo descrito neste artigo para ativar programas para operar como eles são criados para, ou para implementar recursos específicos do programa. Antes de fazer essas alterações, recomendamos que avalie os riscos associados à implementação deste processo no seu ambiente específico. Se você optar por implementar esse processo, execute quaisquer etapas apropriadas adicionais para ajudar a proteger seu sistema. Recomendamos que você use esse processo apenas se você realmente precisar esse processo.
- Clique em Iniciar , aponte para programas , aponte para Microsoft SQL Server 2005 , aponte para Ferramentas de configuração e, em seguida, clique em Configuração da área de superfície do SQL Server .
- Na página Configuração de área de superfície do SQL Server 2005 , clique em Configuração da área de superfície de serviços e conexões .
- Na página Configuração da área de superfície de serviços e conexões , clique em Navegador do SQL Server , clique em automático para tipo de inicialização e em seguida, clique em Aplicar .
Observação Quando você clica na opção automáticas , o serviço navegador do SQL Server inicia automaticamente cada vez que você inicia o Microsoft Windows. - Clique em Iniciar e, em seguida, clique em OK .
- Serviço de navegador do SQL Server
- Conectando ao SQL Server Database Engine
- Configuração de rede do cliente
Criar exceções no Firewall do Windows
Estas etapas se aplicam à versão do Firewall do Windows que está incluído no Windows XP Service Pack 2 (SP2) e no Windows Server 2003. Se você estiver usando um sistema de firewall diferente, consulte a documentação do firewall para obter mais informações.Se você estiver executando um firewall no computador que esteja executando o SQL Server 2005, conexões externas para o SQL Server 2005 serão bloqueadas, a menos que o serviço navegador do SQL Server e SQL Server 2005 podem se comunicar através do firewall. Você deve criar uma exceção para cada instância do SQL Server 2005 que você deseja aceitar conexões remotas e uma exceção para o serviço navegador do SQL Server.
SQL Server 2005 usa um ID de instância como parte do caminho quando você instala seus arquivos de programa. Para criar uma exceção para cada instância do SQL Server, você deve identificar a identificação de instância correta. Para obter um ID de instância, execute estas etapas:
- Clique em Iniciar , aponte para programas , aponte para Microsoft SQL Server 2005 , aponte para Ferramentas de configuração e, em seguida, clique em SQL Server Configuration Manager .
- No SQL Server Configuration Manager, clique no serviço navegador do SQL Server no painel direito, clique com o botão direito do mouse o nome de instância na janela principal do e em seguida, clique em Propriedades .
- Na página Propriedades de navegador do SQL Server , clique na guia Avançado , localize o ID de instância na lista de propriedades e, em seguida, clique em OK .
Criar uma exceção para o SQL Server 2005 no Firewall do Windows
Para criar uma exceção para o SQL Server 2005 no Firewall do Windows, execute essas etapas:- Em Firewall do Windows, clique na guia exceções e, em seguida, clique em Adicionar programa .
- Na janela Adicionar um programa, clique em Procurar .
- Clique em C:\Program Files\Microsoft SQL servidor\ MSSQL.1 \MSSQL\Binn\sqlservr.exe programa executável, clique em Abrir e, em seguida, clique em OK .
Observação O caminho pode ser diferente dependendo de onde o SQL Server 2005 é instalado. MSSQL.1 é um espaço reservado para o ID de instância que você obteve na etapa 3 do procedimento anterior. - Repita as etapas de 1 a 3 para cada instância do SQL Server 2005 que precisa de uma exceção.
Criar uma exceção para o serviço navegador do SQL Server no Firewall do Windows
Para criar uma exceção para o serviço navegador do SQL Server no Firewall do Windows, execute essas etapas:- Em Firewall do Windows, clique na guia exceções e, em seguida, clique em Adicionar programa .
- Na janela Adicionar um programa, clique em Procurar .
- Clique no programa executável C:\Program Files\Microsoft SQL Server\90\Shared\sqlbrowser.exe, clique em Abrir e, em seguida, clique em OK .
Observação O caminho pode ser diferente dependendo de onde o SQL Server 2005 é instalado.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
BarkeleyDB - Parte II
Vamos ver como inserir dados agora:
Sintaxe:
putDocument <nome_documento> <parametro>
Exemplo:
putDocument telefone1 '<catalogo>
<nome_completo>
<nome>Jorge</nome>
<sobrenome>Teruya</sobrenome>
</nome_completo>
</catalogo>' s
A estrutura do XML é bem parecida com o HTML, utilizando TAGS para marcação, desta forma quem conhece alguns conceitos de html se habitua rápido ao XML.
Uma regra básica do html é: TUDO O QUE SE ABRE, SE FECHA, COM RARAS EXCEÇÕES.
A Tag de abertura é assim: <tag>
A Tag de fechamento é assim: </tag>
Simples não?
Neste exemplo colocamos um telefone novo com nome e sobrenome, o parametro utilizado foi o "S" que significa String, ou seja, colocamos uma String para alimentar o nosso XML.
Veremos como fazer um processo melhor do que este!
Sintaxe:
putDocument <nome_documento> <parametro>
Exemplo:
putDocument telefone1 '<catalogo>
<nome_completo>
<nome>Jorge</nome>
<sobrenome>Teruya</sobrenome>
</nome_completo>
</catalogo>' s
A estrutura do XML é bem parecida com o HTML, utilizando TAGS para marcação, desta forma quem conhece alguns conceitos de html se habitua rápido ao XML.
Uma regra básica do html é: TUDO O QUE SE ABRE, SE FECHA, COM RARAS EXCEÇÕES.
A Tag de abertura é assim: <tag>
A Tag de fechamento é assim: </tag>
Simples não?
Neste exemplo colocamos um telefone novo com nome e sobrenome, o parametro utilizado foi o "S" que significa String, ou seja, colocamos uma String para alimentar o nosso XML.
Veremos como fazer um processo melhor do que este!
BarkeleyDB - Parte I
Barkeley DB
Após instalar o BarkeleyDB para iniciarmos os nossos testes e talz, vamos abrir a linha de comando, Windows+R, Escrever CMD e apertar ENTER.
Na linha de comando vamos digitar dbxml, desta forma ele irá entrar no modo texto para podermos trabalhar nele.
O BDB possui um container, que é o local onde ficam armazenados todos os arquivos XML
createContainer telefone.dbxml
Vamos ver na proxima parte como faremos para adicionar dados a este container;
Visualizar Parte II
Após instalar o BarkeleyDB para iniciarmos os nossos testes e talz, vamos abrir a linha de comando, Windows+R, Escrever CMD e apertar ENTER.
Na linha de comando vamos digitar dbxml, desta forma ele irá entrar no modo texto para podermos trabalhar nele.
O BDB possui um container, que é o local onde ficam armazenados todos os arquivos XML
createContainer telefone.dbxml
Vamos ver na proxima parte como faremos para adicionar dados a este container;
Visualizar Parte II
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Script de Backup
Script de Backup
Salvar com o nome de script.sh
#!/bin/bash
INICIO=`date +%d/%m/%Y-%H:%M:%S`
HORA=`date +"%H"`
LOG=/var/log/`date +%Y-%m-%d`_g5tecnologia_g5service.txt
FILE=/home/Backup/g5tecnologia_g5service$INICIO.sql
echo " " >> $LOG
mysqldump -u Backup -pM@C@C@ -x -e -B g5tecnologia_g5service > $FILE
FINAL=`date +%d/%m/%Y-%H:%M:%S`
Para executar basta digitar ./script.sh na pasta onde está salvo o script.
Veja como deixar agendado este script
Veja como configurar o envio de e-mails
Salvar com o nome de script.sh
#!/bin/bash
INICIO=`date +%d/%m/%Y-%H:%M:%S`
HORA=`date +"%H"`
LOG=/var/log/`date +%Y-%m-%d`_g5tecnologia_g5service.txt
FILE=/home/Backup/g5tecnologia_g5service$INICIO.sql
echo " " >> $LOG
mysqldump -u Backup -pM@C@C@ -x -e -B g5tecnologia_g5service > $FILE
FINAL=`date +%d/%m/%Y-%H:%M:%S`
Para executar basta digitar ./script.sh na pasta onde está salvo o script.
Veja como deixar agendado este script
Veja como configurar o envio de e-mails
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Trocar senha do PostgreSQL
segue os passos no terminal:
sudo -u postgres psql // para iniciar o terminal do postgresql
\password nome_do_usuario // comando para mudar a senha pronto o postgre vai pedir a senha duas vezes( pra confirmar a nova senha) e pronto;
\password nome_do_usuario // comando para mudar a senha pronto o postgre vai pedir a senha duas vezes( pra confirmar a nova senha) e pronto;
Instalando o PostgreSQL no Ubuntu
Vamos iniciando a instalação com os seguintes comandos:
# apt-get install postgresql pgadmin3
Instalação feita, o próximo passo é alterar a senha do usuário postgres:
# su postgres -c psql postgres
ALTER USER postgres WITH PASSWORD 'senha';
\q
Feito a instalação e mudança de senha do usuário postgres, você estará apto a desenvolver um trabalho no seu computador conectando normalmente ao postgres, porém, se a ideia é disponibilizar o acesso ao banco para receber conexões de outras máquinas, vai ter que alterar dois arquivos no diretório /etc/postgresql/8.3/main: postgresql.conf e pg_hba.conf.
No arquivo postgresql.conf, na linha de configuração listen_addresses, descomente-a removendo o # e troque o localhost por *, deixando a linha assim:
listen_addresses = '*'
Dessa forma seu PostgreSQL vai "escutar" não só conexões provenientes da sua própria máquina.
A próxima configuração no mesmo arquivo é habilitar a encriptação de passwords, para fazer isso, descomente a linha abaixo removendo o #, ficando a linha assim:
password_encryption = on
Finalmente a próxima configuração no arquivo pg_hba.conf. Neste arquivo você consegue restringir o acesso ao seu banco de dados por IP. Normalmente queremos liberar o acesso para todos os IPs em uma faixa, no meu exemplo, quero liberar para todas as máquinas da rede 192.168.0.0, então eu adiciono a seguinte linha:
host all all 192.168.0.0 255.255.255.0 md5
Feito isso, basta reiniciar o PostgreSQL.
# /etc/init.d/postgresql-8.3 restart
OU
service postgresql restart
Pronto!
# apt-get install postgresql pgadmin3
Instalação feita, o próximo passo é alterar a senha do usuário postgres:
# su postgres -c psql postgres
ALTER USER postgres WITH PASSWORD 'senha';
\q
Feito a instalação e mudança de senha do usuário postgres, você estará apto a desenvolver um trabalho no seu computador conectando normalmente ao postgres, porém, se a ideia é disponibilizar o acesso ao banco para receber conexões de outras máquinas, vai ter que alterar dois arquivos no diretório /etc/postgresql/8.3/main: postgresql.conf e pg_hba.conf.
No arquivo postgresql.conf, na linha de configuração listen_addresses, descomente-a removendo o # e troque o localhost por *, deixando a linha assim:
listen_addresses = '*'
Dessa forma seu PostgreSQL vai "escutar" não só conexões provenientes da sua própria máquina.
A próxima configuração no mesmo arquivo é habilitar a encriptação de passwords, para fazer isso, descomente a linha abaixo removendo o #, ficando a linha assim:
password_encryption = on
Finalmente a próxima configuração no arquivo pg_hba.conf. Neste arquivo você consegue restringir o acesso ao seu banco de dados por IP. Normalmente queremos liberar o acesso para todos os IPs em uma faixa, no meu exemplo, quero liberar para todas as máquinas da rede 192.168.0.0, então eu adiciono a seguinte linha:
host all all 192.168.0.0 255.255.255.0 md5
Feito isso, basta reiniciar o PostgreSQL.
# /etc/init.d/postgresql-8.3 restart
OU
service postgresql restart
Pronto!
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